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Dicas e Informações com Dr Wladimir Malheiros

TDAH e Epilepsia: Entenda a relação e tratamento

  • Foto do escritor: WLADIMIR CORREA
    WLADIMIR CORREA
  • 2 de fev.
  • 2 min de leitura

Receber o diagnóstico de TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) ou de Epilepsia já costuma gerar muitas dúvidas e inseguranças. Quando os dois diagnósticos aparecem juntos, é comum que pacientes e familiares se sintam ainda mais preocupados.


Afinal, o que isso significa na prática?
É possível tratar ambos com segurança?
A resposta é: sim, é possível (e fundamental) cuidar das duas condições de forma adequada e individualizada.

Existe relação entre TDAH e Epilepsia?

Sim. Estudos mostram que pessoas com epilepsia têm maior chance de apresentar TDAH em comparação à população geral, especialmente crianças e adolescentes. Isso pode ocorrer por diversos fatores, como alterações no funcionamento cerebral, impacto das crises epilépticas ou até efeitos de alguns medicamentos.


É importante destacar que o TDAH não é causado pela Epilepsia, nem a Epilepsia é consequência do TDAH. São condições distintas, mas que podem coexistir.


Quais são os principais desafios?

Um dos maiores desafios está no diagnóstico correto.

Sintomas como desatenção, dificuldade de memória, impulsividade ou agitação podem ser confundidos com efeitos das crises, do cansaço ou do uso de medicamentos antiepilépticos. Por isso, a avaliação neurológica cuidadosa é essencial.


Outro ponto importante é o tratamento. Muitas famílias têm receio do uso de medicações para TDAH em pacientes com epilepsia, por medo de piora das crises. Felizmente, hoje sabemos que, quando bem indicados e monitorados, os tratamentos são seguros e eficazes.

O tratamento é possível e seguro


O manejo do paciente com TDAH e Epilepsia deve ser individualizado, levando em conta:

  • Tipo de Epilepsia e controle das crises

  • Idade do paciente

  • Impacto dos sintomas do TDAH na vida escolar, profissional e social

  • Escolha cuidadosa das medicações e doses


Além dos medicamentos, acompanhamento psicológico, orientação familiar e apoio escolar fazem toda a diferença.


Qual o papel do neurologista?

O neurologista é o profissional indicado para avaliar a coexistência dessas condições, ajustar tratamentos e acompanhar a evolução ao longo do tempo. O objetivo é sempre buscar qualidade de vida, controle das crises e melhor desempenho cognitivo e emocional.


TDAH e Epilepsia juntos podem assustar, mas não significam limitação ou falta de perspectivas. Com diagnóstico correto, acompanhamento regular e tratamento adequado, é totalmente possível viver bem, aprender, trabalhar e se desenvolver plenamente.


Se você ou alguém da sua família enfrenta essa realidade, procure orientação especializada. Informação e cuidado fazem toda a diferença.



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